Ranking das das 100 maiores empresas em Valor Adicionado, ano-base 2024, evidencia a força e a solidez do setor produtivo de Arroio do Meio

O ranking das 100 maiores empresas em Valor Adicionado, ano-base 2024, evidencia a força e a solidez do setor produtivo de Arroio do Meio, mesmo em um dos períodos mais desafiadores da história recente do município. Além dos severos impactos provocados pelas catástrofes climáticas de 2023 e 2024, as empresas locais também precisaram enfrentar dificuldades logísticas significativas, agravadas pela queda da ponte da ERS-130, eixo fundamental para o escoamento da produção e a circulação de mercadorias.

A secretária municipal da Fazenda, Natália Cristina Grassi, pontua que o Valor Adicionado é um dos principais indicadores da contribuição efetiva das empresas para a geração de riqueza no município e tem papel direto na composição do Índice de Participação dos Municípios (IPM), que define o retorno do ICMS. “Mesmo diante de um cenário extremamente adverso, como foi o ano de 2024, o ranking demonstra a importância das empresas para a economia local. Juntamente com os demais setores produtivos, a exemplo do segmento de serviços, comércio e agricultura, tiveram papel essencial na manutenção de empregos, na reorganização das cadeias produtivas, na retomada das atividades e no apoio ao processo de reconstrução de Arroio do Meio”, destaca.

Natália avalia que os reflexos socioeconômicos das enchentes também impactam nos indicadores fiscais. Arroio do Meio registrou queda de 4,8% no Índice de Participação dos Municípios (IPM) no rateio do ICMS para 2026, conforme dados divulgados pelo Governo do Estado. Segundo a secretária, a retração está diretamente ligada à redução da atividade econômica, à queda na produção industrial, às dificuldades de logística e transporte, e à diminuição do consumo e da circulação de bens e serviços após os eventos climáticos extremos.

Apesar desse cenário, o município mantém posição de destaque regional, figurando como a terceira maior economia do Vale do Taquari, com diferença mínima em relação ao segundo colocado. A conjuntura, no entanto, exige ainda mais atenção na gestão fiscal. “Esse contexto reforça a necessidade de planejamento orçamentário rigoroso, responsabilidade e eficiência na aplicação dos recursos públicos, garantindo a continuidade dos serviços essenciais e a manutenção dos investimentos em áreas estratégicas como saúde, educação e infraestrutura”, afirma Natália Grassi.

 

Data de publicação: 13/01/2026

Créditos: Assessoria de Comunicação

Créditos das Fotos: Jaqueline Manica